No “Café e Chás” a beber cada um de nós um café jogamos a um jogo. Numa folha cada um escrevia um ou mais versos, depois tapava-se o que se tinha escrito dando apenas uma palavra ou um seguimento de um frase para que o outro continuasse o poema. A nossa ligação de sentimentos e como primos os poemas resultaram de um significado que nos diz muito ao que nos vai passando pelo presente.
P.S: Para destinguir quem escreveu o quê a Cor Branca sou eu a Cor de Rosa a minha Prima
1º Poema
Um toque que desperta.
Um toque que aquece.
Um toque que não sente.
Porém me encontro nesta escuridão…
Neste mar sem ondas,
Neste céu
Sem nuvens…sem estrelas… sem Lua…
De um segundo se passa da luz à escuridão.
Respirar daquele olhar curioso,
Daquele que observa
O teu corpo… faz-me perder no pensamento infinito,
Traz a duvida, a esperança e também os medos que nos separa
Que nos afasta…
Amo-te porque sei que és único,
Que és especial…
Que és parte de mim.
De um nó que nos une
Que nos agarra dum fio que se
Parte, que se queima quando nos separamos!
2º Poema
Onde quer que seja
Sigo de um passo lento
Ao ponto mais longínquo.
D’um poente ao Ocidente é a distância que nos separa,
Distância essa que almeja encurtar,
Para que haja na nossa união apenas um mundo
De dois corpos unidos pelo suor ofegante
Do desgaste de energias.
Sei qual o meu desejo, e tu
Sabes qual o teu?
Neste universo sem fim
Quero encontrar um princípio de um valor
Que nos une numa História
Inacabada…
3ºPoema
Olho para traz e vejo dor…
Dor que me suga toda a vida…
Olho para a frente…
Sigo-te com os olhos fechados
Cheirando o teu sabor.
Numa distância que encurta
Ao tempo de um brisa
Que nos cobre os corpos.
Passa o tempo, o sentimento
Aumenta…
Aumenta também o desejo de te ter ao meu lado…
Numa possessão carnal e sentimental…
Dois corpos, uma pessoa!
Duas almas, um espírito!
Me encontro só, afastado da
Tua aura quando não te toco
Quando não te beijo.
Não, não me deixes desistir.
…
4º Poema
Desejo-te na dúvida do meu ser!
Desejo-te na procura de uma união.
Canso-me da angústia inundada em mim.
Incógnita! Sinto-me perdida(o)
Sem destino, sem força…
Sem ti!
Consegues em mim o despertar
O acordar de um sentimento duvidoso…
Escrevo em desabafo, em defesa desse mesmo!
Espero, sonho, desespero
Apenas só para te ouvir.
Não sei… o que sentes, o que pensas…
Sei apenas o que fazes…
A tua mente é me desconhecida, um enigma…
O nosso fim…
O nosso início!
Contradigo-me a mim mesmo
Neste jogo de palavras
Neste jogo de sentimentos.
5º Poema
Tu libertas-me, prendes-me…
Aproximas-me, afastas-me…
O que sinto…
O que sentes?
O que digo?
Repito-me em palavras,
Repito-me em desabafos,
Repito-me em lágrimas,
Repito-me na dúvida…
O que quer que seja eu estarei aqui
Tu estarás aqui…
Estaremos os dois à espera de nós…
Tu sentes, eu sinto, nós sentimos.
Contradições de escrita…
Contradições inconscientes,
Nos une ao passar o tempo
A passarmos juntos no olhar.
Abre-se a Felicidade, fecha-se o sofrimento
SOMOS NÓS, SOMOS UM!
1º Poema
Um toque que desperta.
Um toque que aquece.
Um toque que não sente.
Porém me encontro nesta escuridão…
Neste mar sem ondas,
Neste céu
Sem nuvens…sem estrelas… sem Lua…
De um segundo se passa da luz à escuridão.
Respirar daquele olhar curioso,
Daquele que observa
O teu corpo… faz-me perder no pensamento infinito,
Traz a duvida, a esperança e também os medos que nos separa
Que nos afasta…
Amo-te porque sei que és único,
Que és especial…
Que és parte de mim.
De um nó que nos une
Que nos agarra dum fio que se
Parte, que se queima quando nos separamos!
2º Poema
Onde quer que seja
Sigo de um passo lento
Ao ponto mais longínquo.
D’um poente ao Ocidente é a distância que nos separa,
Distância essa que almeja encurtar,
Para que haja na nossa união apenas um mundo
De dois corpos unidos pelo suor ofegante
Do desgaste de energias.
Sei qual o meu desejo, e tu
Sabes qual o teu?
Neste universo sem fim
Quero encontrar um princípio de um valor
Que nos une numa História
Inacabada…
3ºPoema
Olho para traz e vejo dor…
Dor que me suga toda a vida…
Olho para a frente…
Sigo-te com os olhos fechados
Cheirando o teu sabor.
Numa distância que encurta
Ao tempo de um brisa
Que nos cobre os corpos.
Passa o tempo, o sentimento
Aumenta…
Aumenta também o desejo de te ter ao meu lado…
Numa possessão carnal e sentimental…
Dois corpos, uma pessoa!
Duas almas, um espírito!
Me encontro só, afastado da
Tua aura quando não te toco
Quando não te beijo.
Não, não me deixes desistir.
…
4º Poema
Desejo-te na dúvida do meu ser!
Desejo-te na procura de uma união.
Canso-me da angústia inundada em mim.
Incógnita! Sinto-me perdida(o)
Sem destino, sem força…
Sem ti!
Consegues em mim o despertar
O acordar de um sentimento duvidoso…
Escrevo em desabafo, em defesa desse mesmo!
Espero, sonho, desespero
Apenas só para te ouvir.
Não sei… o que sentes, o que pensas…
Sei apenas o que fazes…
A tua mente é me desconhecida, um enigma…
O nosso fim…
O nosso início!
Contradigo-me a mim mesmo
Neste jogo de palavras
Neste jogo de sentimentos.
5º Poema
Tu libertas-me, prendes-me…
Aproximas-me, afastas-me…
O que sinto…
O que sentes?
O que digo?
Repito-me em palavras,
Repito-me em desabafos,
Repito-me em lágrimas,
Repito-me na dúvida…
O que quer que seja eu estarei aqui
Tu estarás aqui…
Estaremos os dois à espera de nós…
Tu sentes, eu sinto, nós sentimos.
Contradições de escrita…
Contradições inconscientes,
Nos une ao passar o tempo
A passarmos juntos no olhar.
Abre-se a Felicidade, fecha-se o sofrimento
SOMOS NÓS, SOMOS UM!
2 comentários:
Em cada um…
Em cada um que eu tocar
Eu vou deixar a minha marca.
Beijos
Abraços
Amor
Mãos
Sexo
Corpo
Palavras
Olhares.
Em cada um que eu tocar…
Eu vou inevitavelmente
Deixar a minha eterna marca!
Mas apenas uma marca além
Pois eu não sou de ninguém!
Márcio Silva, 2007
ADOREI!!!!!
Continuem assim, sempre unidos... um só... mesmo quando afastados fisicamente
Amo-te mano... adoro-te maninha...
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